Esporotricose já soma 572 casos em Foz do Iguaçu neste ano
Esporotricose soma 461 casos em animais e 111 em pessoas em Foz do Iguacu de janeiro a agosto de 2026; veja sintomas e cuidados.
Foz do Iguaçu registrou 572 casos de esporotricose de janeiro a agosto deste ano. São 461 em animais e 111 em pessoas.
O número já se aproxima do total de 2025, quando a cidade fechou o ano com 498 animais e 174 pessoas infectadas.
A esporotricose é causada pelo fungo Sporothrix brasiliensis, atinge principalmente gatos e pode passar para o ser humano. O primeiro diagnóstico na cidade foi em 2019.
Entre gatos, a transmissão acontece sobretudo em brigas, por arranhões e mordidas. Para as pessoas, o contágio vem do contato com feridas e secreções do animal doente, principalmente quando já há um machucado na pele.
O sinal mais conhecido é a ferida que não cicatriza. O gato também pode apresentar outras lesões, espirros, ruídos ao respirar e alterações no focinho.
A orientação do Centro de Controle de Zoonoses é manter o gato dentro de casa, sem acesso à rua nem a outros terrenos, e procurar atendimento veterinário assim que aparecer qualquer sintoma.
O animal doente não deve dividir caminha, comedouro nem outros objetos com gatos saudáveis.
Segundo o veterinário do Centro de Controle de Zoonoses, Carlos Santi, o cuidado principal é procurar atendimento logo que o sintoma aparece.
Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento, menor o risco de transmissão. O tratamento existe, é feito por veterinário e costuma ser longo.
O Centro de Controle de Zoonoses atende pelos telefones (45) 2105-8730 e (45) 99997-4448, também por WhatsApp, e orienta sobre diagnóstico e tratamento.






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