Pular para o conteúdo
Ao vivo --:-- há 10h  Drenagem do Jardim São Luiz e do Três Pinheiros tem propostas abertas por R$ 6,3 milhões
Mobile Zone
NewZone
Câmbio
Dólar compra5,030 venda5,100 Guarani compra1110 venda1145 Peso argentino compra0,0026 venda0,0036 Dólar no Paraguai compra5680 venda5785 Atualizado hoje, 09:51
Argentina

Misiones tem três propostas para acabar com a fila na fronteira com Foz

A província argentina levou ao governo federal pedidos de ampliação da aduana na Ponte Tancredo Neves, mais guichês e pessoal. O porto seco de Foz entra na conta.

Foz Ao Vivo 02/09/2026 às 10:16
Compartilhar
Divulgação

O governo da província argentina de Misiones apresentou três propostas ao governo federal para reduzir as filas nas fronteiras com o Brasil. Uma delas trata diretamente da travessia entre Foz do Iguaçu e Puerto Iguazú.

Na Ponte Tancredo Neves, o pedido é ampliar a estrutura aduaneira argentina, com mais pistas, mais guichês de atendimento e mais pessoal para o controle migratório.

O porto seco de Foz do Iguaçu entra no raciocínio. A ideia é que a inspeção binacional integrada de caminhões passe a ser feita lá, o que liberaria espaço na cabeceira da ponte.

As outras duas propostas são para pontos diferentes da fronteira.

Em San Antonio, na divisa com Santo Antônio do Sudoeste, o pedido é estender o horário de travessia, que hoje fecha às 19h, para as 22h.

Em Bernardo de Irigoyen, na divisa com Barracão e Dionísio Cerqueira, a proposta é tirar o posto aduaneiro da área urbana e levá-lo para perto das instalações atuais da Gendarmería.

Quem levou os pedidos foi Carlos Sartori, chefe de gabinete da província de Misiones.

As propostas aguardam resposta de Buenos Aires. Não há prazo divulgado nem definição sobre qual órgão federal vai decidir.

A fila na fronteira é assunto recorrente do lado argentino. Autoridades de Puerto Iguazú, vereadores e a Câmara de Turismo local já cobraram publicamente uma solução, argumentando que a espera afeta o turismo e a economia regional.

Para o morador de Foz, o efeito é direto. Quem atravessa para trabalhar, estudar ou passear enfrenta a mesma fila, e qualquer mudança na aduana argentina muda a rotina dos dois lados.

Compartilhe esta notícia

Leia também

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *