Porto Seco em Foz preocupa empresários de Puerto Iguazú
Uma delegação da cidade vizinha vai ao Senado argentino nesta quarta-feira tratar das filas na ponte e do projeto que concentra a carga em Foz do Iguaçu a partir de janeiro de 2027.
Empresários de Puerto Iguazú levam ao Senado argentino, nesta quarta-feira, a preocupação com o projeto que concentra as operações de carga em Foz do Iguaçu a partir de 1º de janeiro de 2027.
A delegação tem mais de dez representantes dos setores de comércio, turismo e hotelaria, e é encabeçada pelo presidente da Câmara de Comércio da cidade, Rodrigo Blanco. A reunião está marcada para as 15h30 e foi convocada pelo senador Martín Goerling.
Participam também o ministro da Desregulamentação, Federico Sturzenegger, e o subsecretário de Reformas Estruturais, Eugenio Marí.
O projeto do Porto Seco prevê capacidade para 3 mil caminhões do lado brasileiro. Para a Câmara de Comércio de Puerto Iguazú, a mudança pode custar cerca de 500 postos de trabalho na cidade argentina.
“Em Puerto Iguazú temos hoje mais de 40 despachantes aduaneiros, temos operadores logísticos”, afirmou Rodrigo Blanco.
O outro assunto da reunião são as demoras na travessia da Ponte Tancredo Neves.
Segundo a Câmara de Comércio, agências de viagem de Foz do Iguaçu já deixaram de incluir as Cataratas do lado argentino em pacotes por causa do tempo de espera na fronteira.
A delegação também apresenta um projeto para agilizar o cruzamento, tema que o governo argentino vem discutindo desde agosto.
Com informações de La Voz de Cataratas






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