Quinze servidores de Foz estão em um curso nacional sobre emergência climática
A cidade está entre dez municípios brasileiros escolhidos para a formação do Ministério das Cidades e do Lincoln Institute. O foco é chegar a soluções para as regiões mais vulneráveis.
Foz do Iguaçu está entre dez municípios brasileiros selecionados para uma capacitação nacional sobre emergência climática. Cerca de 15 servidores participam da formação, que ocorre em agosto e setembro, com atividades on-line e presenciais.
O curso se chama Urgência Climática: Implementando Soluções em Territórios Urbanos Vulneráveis.
A formação é realizada pela Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo em parceria com o Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, e com o Lincoln Institute of Land Policy.
Participam representantes de vários órgãos. São servidores das secretarias de Meio Ambiente; de Planejamento e Urbanismo; de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Agricultura; da Defesa Civil; do Instituto de Habitação de Foz do Iguaçu, o Fozhabita; além de agentes públicos do Conselho da Cidade.
O objetivo é fazer essas áreas trabalharem juntas. A ideia é construir uma atuação conjunta diante das mudanças climáticas e de eventos extremos, como o El Niño, e uma das metas é identificar soluções para as regiões de maior vulnerabilidade.
O curso também é uma troca. Os municípios participantes apresentam as próprias experiências, as dificuldades e as estratégias que já traçaram, e conhecem o que outras cidades adotaram.
“Esse curso é uma oportunidade muito importante para fortalecermos o trabalho conjunto entre as secretarias e órgãos do município”, comenta o arquiteto e urbanista da Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo Leonardo Henrique Madalozzo Gratieri.
Segundo ele, o problema já está posto. “As mudanças climáticas já fazem parte da realidade da cidade, e precisamos estar preparados para enfrentar esses desafios.”
Gratieri destaca o valor da troca entre municípios. “A troca de experiências com outros municípios também nos ajuda a conhecer novas possibilidades e aprimorar nossas estratégias de prevenção e adaptação, especialmente nas áreas mais vulneráveis.”
Alagamentos e enxurradas são o problema prático em Foz. A cidade tem pontos que repetem o mesmo transtorno a cada chuva forte, e o mapeamento de vulnerabilidade é o que permite priorizar obra.
Com informações de PMFI






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