Foz pede a licença ambiental para o hospital de 300 leitos da Vila Portes
A Prefeitura protocolou no Instituto Água e Terra o pedido de licença prévia, a etapa que atesta a viabilidade ambiental do projeto e abre caminho para as fases seguintes.
A Prefeitura de Foz do Iguaçu pediu ao Instituto Água e Terra a licença prévia para construir o novo hospital da Vila Portes. É a primeira etapa do licenciamento ambiental do projeto de 300 leitos.
O endereço está no pedido: Rua Di Cavalcante, nº 1.415. O hospital é de média e alta complexidade e deve funcionar como referência regional.
A licença prévia atesta a viabilidade ambiental do empreendimento. Ela antecede a licença de instalação, que é a que autoriza o início das obras, e depois a licença de operação, necessária para o funcionamento.
O projeto vem crescendo desde o anúncio. Em novembro de 2025, o hospital foi apresentado com 100 leitos e um pavimento. Em fevereiro deste ano, passou a três andares e 300 leitos, com perfil cirúrgico.
“A ampliação para 300 leitos é um marco para o município”, disse o prefeito Joaquim Silva e Luna na ocasião. Segundo ele, “a mudança no porte da obra ocorreu diante da necessidade crescente de atendimentos e da sobrecarga enfrentada na região”.
A responsabilidade é do Estado. Pelo desenho apresentado, o Governo do Paraná constrói, equipa, contrata os profissionais e banca o custeio da unidade.
O hospital de Foz integra um plano estadual mais amplo. Em janeiro, ao anunciar o pacote, o secretário estadual de Saúde falou em reestruturação da rede.
“Estamos materializando o maior plano de reestruturação da saúde que o Paraná já viu”, afirmou Beto Preto. “Essa é uma dívida histórica com o Interior.”
Na mesma ocasião, a Secretaria de Estado da Saúde registrou o peso da cidade na rede: “O Oeste e a fronteira têm um papel estratégico na saúde do Paraná. Foz do Iguaçu atende não só a cidade, mas uma grande população da região.”
Três informações ainda não foram divulgadas: o valor da obra, o prazo de execução e a data prevista para o hospital começar a atender.






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