Quase metade dos visitantes desistiria de entrar na Argentina por causa da fila, diz pesquisa
A Câmara de Comércio de Iguazú propõe separar os fluxos na fronteira para liberar quem só vai passear em Puerto Iguazú, mantendo o controle para os demais.
Uma pesquisa da Câmara de Comércio de Iguazú aponta que 49% dos visitantes desistiriam de entrar na Argentina se enfrentassem demora excessiva na aduana. O dado é usado por autoridades de Puerto Iguazú para pressionar por mudanças no controle de fronteira.
A cobrança reúne a prefeitura de Puerto Iguazú, o governo da província de Misiones, o setor privado e a própria Câmara de Comércio.
A proposta da entidade é implantar um sistema de tráfego vizinho fronteiriço, que separaria os fluxos de viajantes. Moradores da fronteira e turistas que fossem apenas aos atrativos de Puerto Iguazú passariam por procedimentos simplificados, enquanto os demais seguiriam com o controle completo.
Segundo o setor, a lentidão da inspeção na aduana argentina funciona como freio para o comércio e o turismo locais.
O governo de Misiones se ofereceu para bancar obras de reforma e ampliação do posto aduaneiro. O governo federal argentino sinalizou possível participação, mas não houve decisão concreta.
Participaram das tratativas o secretário de Coordenação Produtiva do Ministério da Economia, Pablo Lavigne, e a subsecretária de Comércio Exterior, Carolina Cuenca.
A fila na Ponte Tancredo Neves afeta diretamente quem sai de Foz do Iguaçu para passar o dia em Puerto Iguazú.






Deixe um comentário