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Internacional

Mãe afirma ter encontrado corpo do filho em exposição de um museu

Foz Ao Vivo 25/11/2025 às 09:01
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Uma mulher afirma ter reconhecido os restos mortais de seu filho em uma das peças exibidas pelo museu Real Bodies, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Kim Erick, de 54 anos, solicita que sejam realizados testes de DNA para comprovar a identidade do corpo.

O Real Bodies é conhecido por expor corpos humanos preservados com alto nível de detalhe, permitindo aos visitantes observar a localização de ossos, músculos e órgãos com fins educacionais.

Chris Erick, filho de Kim, morreu em novembro de 2012 enquanto dormia na casa da avó. Na ocasião, o pai do jovem providenciou a cremação, mas a mãe afirma que não foi consultada e sempre questionou a autenticidade do processo, já que recebeu apenas um pequeno frasco contendo cinzas.

Mais tarde, Kim teve acesso a fotos do corpo, que mostravam hematomas e cortes. Um exame toxicológico revelou a presença de cianeto — um tipo de veneno – no organismo do jovem. As autoridades passaram a tratar o episódio como suicídio, mas a mãe nunca aceitou essa conclusão.

Ao ver imagens da exposição Real Bodies, a americana afirmou ter certeza de que um dos corpos em exibição correspondia às características físicas de Chris. Segundo ela, o cadáver apresentava uma fratura no crânio e sinais de raspagem de tatuagens – características que ela associa ao filho.

Os curadores do museu negam qualquer possibilidade de identificação e afirmam que os corpos exibidos vêm da China.

“Expressamos nossas condolências à família, mas não há qualquer fundamento factual para essas alegações. O espécime em questão está em exibição contínua em Las Vegas desde 2004 e não pode ser associado ao indivíduo mencionado nessas alegações. Todos os espécimes são obtidos de forma ética e biologicamente não identificáveis. Mantemos o compromisso de garantir que todas as peças em exposição atendam aos mais altos padrões éticos e legais”, informou o museu.

Fonte: R7

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