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Ao vivo --:-- há 5 min  Brasileiros que moram no Paraguai ficam sem o documento da Ponte da Integração
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Fronteira

Documento para cruzar a Ponte da Integração cai de R$ 200 para cerca de R$ 64

O Paraguai igualou o preço do DTVF ao que os paraguaios pagam no Brasil. A queda é de 68%, de 234.154 para 74.929 guaranis, pelo princípio da reciprocidade.

Foz Ao Vivo 22/09/2026 às 21:19
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O documento exigido dos moradores de Foz do Iguaçu para cruzar a Ponte da Integração de carro ficou 68% mais barato. O valor caiu de 234.154 para 74.929 guaranis, de cerca de R$ 200 para perto de R$ 64.

A decisão é da Direção Nacional de Migrações do Paraguai e usa o critério da reciprocidade: o novo preço iguala o que os paraguaios pagam no Brasil para tirar o mesmo documento, cerca de 74 mil guaranis, ou R$ 63,85.

O documento é o DTVF, sigla de Documento de Trânsito Vicinal Fronteiriço. Ele é obrigatório para quem mora em Foz do Iguaçu, Ciudad del Este, Presidente Franco e Hernandarias e quer usar a ponte em carro particular.

O DTVF vale para cada pessoa, e não para o veículo. O motorista e todos os passageiros precisam ter o documento.

Os brasileiros tiram o DTVF na Direção Nacional de Migrações do Paraguai, na Oficina de Admissão, na Avenida Rogelio Benítez, quase esquina com a 4 de Mayo, em Ciudad del Este. Os paraguaios tiram na Polícia Federal, no Shopping Catuaí Palladium, em Foz do Iguaçu.

Os carros particulares podem atravessar a Ponte da Integração das 7h às 13h.

O preço vinha sendo apontado como o principal obstáculo desde que a ponte liberou a passagem de carros, em 14 de setembro. Até aquele dia, nenhum brasileiro havia iniciado o trâmite do documento, enquanto cerca de 900 paraguaios já tinham feito o pedido, segundo a Migrações.

A redução foi pedida pela delegação brasileira na Comissão Mista Brasil-Paraguai, que trata da operação da ponte, com apoio do Ministério das Relações Exteriores e da Receita Federal.

A liberação da ponte é gradual e definida nessa comissão. Primeiro entraram os caminhões, depois os ônibus de turismo e, por último, os carros de moradores das quatro cidades.

Com informações de Migraciones/PY

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